Trayectorias y memorias: narrativa de una mujer negra chimarrona transmitida por um canon rítmico
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Palabras clave

narrativa
mujer negra
canon rítmico

Cómo citar

BACKES, Lúcia Jacinta da Silva; MAGALHÃES, Magna Lima. Trayectorias y memorias: narrativa de una mujer negra chimarrona transmitida por um canon rítmico. Série-Estudos, Campo Grande, v. 30, n. 68, p. 275–293, 2025. DOI: 10.20435/serieestudos.v30i68.1991. Disponível em: https://www.serie-estudos.ucdb.br/serie-estudos/article/view/1991. Acesso em: 14 mar. 2026.

Resumen

El artículo parte de las reflexiones construidas en el Programa de máster- doctorado en proceso y manifestaciones culturales– Universidade Feevale/RS y trata de la narrativa de una mujer negra: Trayectorias y memorias de Xixica, residente de Quilombo Paredão Baixo, Taquara, RS. La Historia Oral y la etnografía constituye el trayecto metodológico, que posibilitó entender como la construcción de la narrativa fue siendo tejida por diferentes aspectos de la vida de esta mujer, trayendo a memoria un canon rítmico, cantado por su madre, al recordar la pérdida de un hijo. En esa perspectiva, el texto aborda, también, algunas discusiones sobre el canon rítmico a partir de sus elementos que van desde su estructuración (rueda, instrumentación, palabras, canto, o lúdico) hasta cuestiones que dicen respecto al contexto socio-histórico y cultural. El Canon rítmico que surgió en medio de la narrativa de Xixica pasó la memoria, el que le permitió hacer un trayecto que trae a su trayectoria, de su familia y de la comunidad chimarrona. Posibilitó, aún, ver como las realidades de ayer se encuentran imbricadas en esa narrativa, que, de entre varias formas de como Xixica habló de si y de su entorno sociocultural, abren espacio para reflexiones/transformaciones que pueden posibilitar no sólo cantar, tocar un instrumento musical y expresar el cuerpo a través de la danza, pero también que las memorias de esas expresiones musicales, puedan igualmente juntarse para las acciones que proporcionen la busca por condiciones de vida más dignas.

https://doi.org/10.20435/serieestudos.v30i68.1991
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